Uma parceria simples e objetiva, com governança formal, relatórios periódicos e saída comercial planejada desde o primeiro dia.
Dois movimentos de mercado sustentam a tese: o segmento de alto padrão está crescendo mais rápido que o mercado em geral, puxado por uma demanda que já supera a oferta de casas na região — e, ao mesmo tempo, esse público está migrando de apartamentos para casas, exatamente o produto que a Green Futura constrói, num momento em que o preço em Porto Belo ainda não refletiu esse movimento.
Leitura de mercado e dados internos da Green Futura, com base em transações e pesquisa de demanda na região de Porto Belo/VivaPark. Estimativas sujeitas a variação conforme condições de mercado.
Aporte de capital para a operação, via estrutura societária específica do projeto (SPE/SCP). O aporte pode ocorrer de duas formas: capital direto para a construção, ou o terreno como garantia real, alavancando o financiamento da obra — os dois modelos estão detalhados no simulador de rentabilidade, mais abaixo. Acesso a relatórios periódicos de acompanhamento físico-financeiro via Mais Controle ERP. Participação na margem de lucro proporcional ao capital investido. Conta bancária segregada e exclusiva da operação, com rastreabilidade total.
Apoio na seleção do terreno, projeto executivo e responsabilidade técnica (ART/RRT). Contratação, execução e fiscalização da obra ponta a ponta. Cronograma físico-financeiro, medições e prestação de contas. Política comercial e condução da venda até a saída do investimento.
Simples, alinhado ao resultado: a Green Futura só ganha mais se a operação performar melhor.
Remuneração de referência para a operação-piloto, sujeita a validação final no contrato de investimento específico de cada projeto. O restante da margem líquida é distribuído aos investidores, proporcionalmente ao capital aportado.
Se a seção anterior explica por que o mercado favorece casas de alto padrão agora, esta explica por que o VivaPark é o lugar certo para capturar essa tese.
Casa premium tem maior aderência ao comprador patrimonial e menor exposição a oferta em massa do que unidades verticais.
Sistema construtivo EPS monolítico reduz o prazo de obra em até 40% frente à alvenaria convencional — menos tempo de capital parado.
VivaPark é o primeiro bairro-parque planejado do Brasil, com regras urbanísticas rígidas que protegem o padrão e o valor do entorno.
Capital náutica de Santa Catarina, com crescimento populacional de quase 200% em 12 anos e fluxo turístico de alto padrão.
Entorno consolidado com empreendimentos premium, sustentando o patamar de R$18-22 mil/m² na região.
Estrutura segregada por projeto, ERP dedicado, relatórios semanais e matriz de riscos mapeada — não é uma promessa informal.
Terreno. Apoio estratégico na escolha e negociação do lote dentro do VivaPark, incluindo estruturação via permuta quando possível — reduzindo ou eliminando o desembolso de caixa nessa etapa.
Projeto executivo. Arquitetura, elétrica, hidráulica e memorial de acabamentos entregues antes do primeiro aporte — sem retrabalho e sem custo de projeto surpreendendo no meio da obra.
Método construtivo. Sistema EPS monolítico validado, com ciclo de obra até 40% mais curto que a alvenaria convencional — menos tempo com capital parado.
Governança. Conta bancária exclusiva por projeto, ERP dedicado e relatórios periódicos — cada real aportado é rastreável do início ao fechamento da operação.
Os campos são editáveis — ajuste os parâmetros para simular cenários conservadores, base ou otimistas. Cálculo espelha a planilha de viabilidade da Green Futura para o VivaPark.
O investidor aporta o capital da construção; a Green Futura gerencia a obra e retém taxa de administração + margem sobre o lucro.
| Ciclo | Prazo | Investido + lucro obtido |
|---|
Simulação com reaplicação do capital a cada ciclo, mantendo o mesmo ROI do 1º ciclo.
ROI é o retorno total do investidor sobre o capital aportado ao final do ciclo (24 meses, por padrão). ROE anualizado converte esse mesmo retorno em taxa composta ao ano — útil para comparar com outros investimentos de prazos diferentes.
Mesmo modelo, com cenário de venda mais rápida e valorização acima da média da região.
| Ciclo | Prazo | Investido + lucro obtido |
|---|
Simulação com reaplicação do capital a cada ciclo, mantendo o mesmo ROI do 1º ciclo.
ROI é o retorno total do investidor sobre o capital aportado ao final do ciclo (24 meses, por padrão). ROE anualizado converte esse mesmo retorno em taxa composta ao ano — útil para comparar com outros investimentos de prazos diferentes.
O investidor/terrenista cede o terreno à operação e recebe uma participação sobre o lucro líquido do empreendimento.
| Ciclo | Prazo | Investido + lucro obtido |
|---|
Simulação com reaplicação do capital a cada ciclo, mantendo o mesmo ROE do 1º ciclo.
ROI mostra o percentual de participação do terrenista no lucro da operação, definido ao lado. ROE anualizado é o retorno real sobre o valor do terreno cedido (lucratividade do terrenista ÷ valor do terreno), convertido em taxa composta ao ano.
Mesmo modelo, com cenário de venda mais rápida e valorização acima da média da região.
| Ciclo | Prazo | Investido + lucro obtido |
|---|
Simulação com reaplicação do capital a cada ciclo, mantendo o mesmo ROE do 1º ciclo.
ROI mostra o percentual de participação do terrenista no lucro da operação, definido ao lado. ROE anualizado é o retorno real sobre o valor do terreno cedido (lucratividade do terrenista ÷ valor do terreno), convertido em taxa composta ao ano.
Simulador ilustrativo, baseado na planilha de viabilidade "Cenários de Rentabilidade — Investidor (VivaPark)" e em levantamento de mercado de casas à venda no VivaPark (preço/m² médio de R$17.200 e mediana de R$17.400, com listagens entre R$14.500 e R$21.800/m²). Os custos cartorários e municipais (ITBI sobre o terreno com duas transferências, taxa de fiscalização para Habite-se, ART/CREA, emolumentos de cartório, registro e certidões) somam uma estimativa de R$104-112 mil, com base na legislação tributária de Porto Belo/SC — valor sujeito a confirmação final junto à prefeitura. Resultados variam conforme premissas de venda, custo de obra e prazo real de cada operação. Não constitui promessa de rentabilidade.
| 1. Reunião institucional de validação | Alinhamento de expectativas e apresentação completa |
| 2. Entrega da documentação | Societária, técnica e operacional do projeto-piloto |
| 3. Visita ao terreno e a obras entregues | Validação in loco do portfólio e do padrão construtivo |
| 4. Estruturação do veículo de investimento | Definição do modelo jurídico (SCP) e contrato individual |
| 5. Aporte e início do acompanhamento | Relatórios semanais via Mais Controle ERP |
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